segunda-feira, 15 de abril de 2013

The Mentalist - Challenge Accepted!



The Mentalist já carrega no nome uma referência ao personagem principal: O mentalista, Patrick Jane. Antes um vidente famoso e charlatão, agora consultor da CBI, uma Agência de Investigação da Califórnia. E não aparece por lá a troco de nada. A CBI tem grandes interesses em seu talento especial enquanto Jane busca vingança e justiça.



Tudo começa quando Jane vê sua vida perder o rumo. Ao zombar um famoso assassino em série na TV (Red John), Jane se vê vítima da marca registrada do assassino. Um sorriso desenhado a sangue na parede de seu quarto. Sangue de quem? Da sua esposa e filha. Patrick, então, aparece na CBI com rumo e objetivo de vida muito bem esclarecido: encontrar Red John.

É com esse currículo que Jane começa a trabalhar numa equipe da CBI liderada por Teresa Lisbon, que, apesar de sempre se irritar, confia em Jane. O grupo também conta com o sério Kimball Cho, Wayne Rigsby o ( que pra mim parece o Johnny Bravo) e a novata e apaixonante Grace Van Pelt. Assim, Jane surge como uma ‘figura que faltava”, usando sua capacidade de intuição, observações detalhistas, e hipnose para ajudar a equipe de investigação a fechar os casos e fazer surgir o assassino da vez. É através desses seus métodos que Patrick coloca sua equipe em apuros, principalmente quando se trata de Red John.

A série, que ao nascer de 2013 se encontra na 5° temporada, se inicia com episódios sobre casos aleatórios e sem sequência dos fatos, mas já na terceira temporada é imprescindível assistir os episódios em sequência, revelando cada vez mais detalhes da vida de cada um dos personagens em questão, ganhando então o gosto de “quero mais”. 

The Mentalist cresce em número de fãs, casos resolvidos, competência e qualidade. E uma intrigante busca te convida a conhecer e acompanhar, questionando, criticando, avaliando ou simplesmente seguindo as estratégias de Jane para desvendar os casos. Cada episódio é uma nova aventura que te desafia a ir além. E você, aceita este desafio?

Escrito por: Lídia Costa.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Enquanto isso na nossa democracia...








 Por isso que me afastei de qualquer rotulação ideológica ou partidária. A Yoani Sánchez está no Brasil, e na Bahia e experimentou a capacidade que a esquerda brasileira tem de se parecer com a tão condenada direita, quando tal aparência interessa aos camisas vermelhas.

Em Feira de Santana, Bahia, os lutadores da liberdade de expressão protestaram de tal forma que o documentário em que a cubana é personagem principal não teve meios de ser exibido. A União da Juventude Socialista emitiu uma nota de esclarecimento na qual se isenta da culpa pela não exibição do documentário, a entidade até organizou o protesto, mas não impediu nada. Vai saber, né? Vejam no Link --->> http://ujs.org.br/portal/?p=12799



A moça teve de sair escoltada, no país da democracia.

Interessante foi a forma que a Yoanni se referiu aos acontecimentos através do seu blog: "Piquete de Extremistas" (tradução).


Não estou querendo tomar partido pela blogueira, mas tentando defender a liberdade de expressão, que a esquerda brasileira reivindicou como bandeira durante tanto tempo.
No país da democracia,
tal cartaz ainda pede passagem.
Deixa a mulher falar! Deixa passar o documentário! E no fim, vamos entrevistar ela e tirar com a mesma todas as nossas dúvidas.

Mas a esquerda repete os atos condenados da direita, confirmando a teoria das pontas da ferradura. Parecem distantes, mas estão bem próximas.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A passagem do Asteroide.

Vi agora a pouco que passará um asteroide pertinho da Terra por esses dias, vocês viram? Mas, fiquem tranquilos, ele passará longe e assim será uma passagem segura, nada nos acontecerá. Mas fiquei pensando: Já pensou se essa pedra esbarra por aqui? Sei não... Enfim, deixei a imaginação fluir, sabe?


Bom, supondo que um asteroide não iria acabar com tudo, se ele atropelasse o nosso planeta, teríamos algo de interessante. Primeiro que as empresas de televisão mandariam emissários para fazer a cobertura do evento, se possível ao vivo.


Se o local do “encontro” fosse na África ou Oriente Médio, nós veríamos o desespero estampado nos rostos alheios que correriam como loucos em busca de esconderijo, coisa do tipo. Os repórteres estariam lá (com muito medo até por que nunca se sabe o que faz um asteroide) e as pessoas passariam correndo por trás deles, sem nenhuma identidade além de desesperóide, composição por aglutinação de desesperado e asteroide, coisa criada pela mídia especificamente para o momento.

MAS se o local atingido fosse Europa ou EUA, a coisa já seria diferente. Teríamos um pronunciamento de lideranças religiosas locais passando nos telejornais noturnos. E as imagens seriam trabalhadas de maneira a gerar uma onda de comoção pela classe média que perderia uma grana por causa dos prejuízos do asteroide. Vejam que eles não seriam atingidos, sairiam a tempo por que teriam pra onde ir, enquanto outros... Deixa pra lá.
No momento do encontro, teríamos também a transmissão em inglês para todo o mundo, e aquela voz tranquila falaria coisas desesperadas, tipo: “Oh my god, this happening”. Típico de quem nem está lá na hora, né? . Ah! Certamente teria algum morador que faria algo de heroico na “Hora H” e este ganharia uma medalha do presidente dias depois. E tal herói seria apresentado ao mundo como uma pessoa humilde e trabalhadora, para mostrar que nesses lugares todos são capazes! Além de medalha, ele ganharia documentários e daqui a 20 anos seria personagem de uma matéria: Por onde anda o herói do asteroide?

Dias após o fato, se e o “báque” do asteroide tivesse acontecido na África ou Oriente Médio as estatísticas mostrariam que milhares de mortes haviam acontecido. MAS se o “despejo cósmico” fosse na Europa ou nos EUA  as estatísticas mostrariam que milhares de vidas foram ceifadas pela natureza. Da pra perceber a diferença?

E nós, brasileiros, compraríamos revistas e assistiríamos jornais falando sobre o assunto. Teríamos um luto coletivo inundando o facebook, bem como vários “memes” criados com frases do tipo: “Vai segurar asteroide, mano!!” E estaríamos um pouco mais felizes por não termos de encontrar com pedregulho estelar de forma tão radical. Ah! Seis meses depois ia ter brasileiro comprando e vendendo pela internet um genuíno pedaço do bendito, e alguns Nerds ou Cults de televisão vestiriam camisas com estampas: “Asteroide, eu vi!” só pra constar.

E todo mundo deve concordar que tal evento estaria na retrospectiva de fim de ano, né? Até por que não se encontra com um Asteroide todo dia.

Bom, como tudo acima é suposição, o real que a NASA disse que estamos a salvo, agora é só esperar e rezar para que ela não falhado, até por que se tal coisa nos atingir inesperadamente, boa parte do besteirol escrito acima, pode se tornar verdade.