terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Direitos e Deveres em um relacionamento. Será?


Engraçado, homens e mulheres atualmente se estranham quando a conversa passa pelos direitos iguais, por que será? Será mesmo tão complicado ceder condições igualitárias de gênero do séc. XXI? Algumas mulheres ainda batem firme na tecla do machismo. Alguns homens batem com força a tecla da “esperteza” feminina quando apenas querem as partes boas dos “Direitos iguais”. 

Enfim, não vou discutir tópicos do machismo ou feminismo no séc. XXI, mas sim quero saber do equilíbrio entre pessoas dentro de um relacionamento no séc. XXI.

Já vou dizer de cara que não acredito em direitos iguais entre homens e mulheres nesse termo, por que as partes envolvidas não são iguais.

 Acredito sim em Deveres iguais (não direitos). Acredito também que os Deveres nos levam a pensar no que temos de fazer, os Direitos nos levam a pensar no que o outro pode fazer pela gente, inclusive nos conceder algo. Então proponho: Que tal conquistar algo?

Portanto, em uma relação ambos possuem o Dever de compreender, e respeitar o outro, mesmo nas suas individualidades e naturalmente nas suas diferenças de Direitos.  Se o homem tem o direito de querer ver o futebol, a mulher tem o direito de papear com as amigas, quando vontade tiver. E ambos devem respeitar essas escolhas.

Devemos mesmo reconhecer no outro aquilo que nos atrai, estamos em busca de qualidade, não de defeitos.

Ah! Temos também o dever de sermos felizes enquanto possível! O que mais lhe prende em uma relação além da busca do bem-estar com ela? Quando tal objetivo parecer impossível e a sua busca lhe gerar ofensas e mágoas... Mude planos enquanto houver apenas danos fáceis de superar.

Outra coisa: Vale a pena procurar se referir ao relacionamento como algo que é nosso, nunca como algo que é meu. Acredito que um bom relacionamento nunca é de uma pessoa e de outra, mas sim um relacionamento que é nosso, de 2 pessoas (ou +, a depender do acordo)

Então, na relação, se preocupe mesmo com o que você deve e pode fazer, mesmo que seja amar ou afastar o outro. Deixe pra lá o que você acha que o outro pode fazer por você, por que boa parte das ações dele para com você também são suas, e foram incentivadas ao longo da convivência. 



Sobre o amor na relação, o que direi? Direi que o amor é uma planta regada pelas mãos dos jardineiros da relação e com muito amor próprio. As vezes essa planta exposta no jardim da vida é abalada por uma ventania que nem sempre é culpa dos seus regadores, se houver culpa, é da vida, e como  a vida é nossa, devemos assumir as conseqüências. E isso sim é um dever nosso.

E por fim, se ame, de verdade! Quando juntar o seu amor por você mais o amor do outro por ele mesmo, certamente resultará em um amor que vocês poderão chamar de NOSSO!