quinta-feira, 19 de maio de 2011

O jovem que temos & a família que temos. Part 1

Uma família em paz!

Observando as idas e vindas da juventude, preocupação e a consternação são sensações quase certas, principalmente para aqueles que destinam suas efêmeras vidas à uma sociedade mais construtora e laboriosa em caráter permanente. Com esse propósito, me dispus a escrever esse texto, Que vai ser dividido em algumas partes aqui em nosso blog.

É certo que de forma alguma poderei contemplar todos os pontos da formação juvenil, até por que, não disponho de informações e vivências suficientes para tal missão, principalmente por ser ainda jovem e não ter vergonha de assumir: Ainda estou em formação. Sendo a delimitação temática uma obrigação (oriunda das razões descritas logo acima) colocarei minhas lentes no jovem que tem uma família formal, uma casa, e pessoas dispostas a lhe ensinar valores.
Sabendo que deixarei de lado todos os outros produtos juvenis possíveis, como os que vivem nas ruas, orfanatos dentre outras tantas modalidades.


Faz um bom tempo que um rapaz chamado Renato Russo, entoava uma canção esplendida e revolucionária (dentre outras tantas embaladas pela Legião Urbana) a música era “Pais e Filhos” a qual, dentre outras muitas interpretações, concordo que fala da convivência entre os pais e os filhos, recheada com tragicidade típica da banda brasiliense. O Século XXI com toda sua fervura, certamente é século onde a juventude é mais criticada e isso se reflete nos noticiários e nas ruas, onde temos abundantemente jovens grávidas e usuárias de drogas, ou então fardados de estudantes com comportamentos delinqüentes, logo, se tornam alvos fáceis.

Historicamente o julgamento social é mais legítimo quando oriundo das pessoas mais velhas para as mais novas, e quando esta via é invertida, soa como ofensa e geralmente é seguida de uma punição. É algo como se as pessoas mais velhas fossem imunes aos erros e injustiças, sendo consequentemente isentos dos julgamentos dos mais novos. O que parece incongruente é que com 18 anos, o jovem se encontra com sua personalidade formada, bem como atento aos atos cotidianos, logo, facilmente este jovem detectará as pessoas que vivem do podre ditado: “Não faça o que eu faço, faça o que eu digo.” Assim, podemos concluir que as indesejáveis contradições do convívio social podem estar começando em casa, na mais intensa relação educacional. É momento de reflexão.

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